Modelo deitada sendo submetida à sessão de tratamento com HIPRO para atenuar os sinais do envelhecimento

Como retardar e reverter os sinais do envelhecimento com tratamentos estéticos

Não tem como fugir, o passar dos anos nos traz muitas experiências e vivências. Mas para os mais vaidosos traz uma coisa que incomoda bastante: os sinais do envelhecimento.

Mas a pergunta que não quer calar é: existe alguma coisa a se fazer para retardar o surgimento desses sinais? E a resposta é sim! É justamente o que veremos neste artigo.

Envelhecimento extrínseco x intrínseco

O envelhecimento é um processo natural da pele que vai acontecer através de fatores intrínsecos e extrínsecos, o que irá influenciar no tecido.

Os fatores extrínsecos, como o próprio nome já sugere, são externos e podem ser: hormonais, genéticos, ambientais, exposição solar, tabagismo, má alimentação e emagrecimento excessivo.

Já o fator intrínseco é aquele processo que vai acontecer naturalmente, interno ao tecido e que independe dos fatores externos já citados.

O que fazer para atenuar os sinais do envelhecimento?

Podemos fazer com que o aspecto de envelhecimento fique menos visível quando usamos protetor solar pois sabemos que o sol é um fator extrínseco decisivo para um envelhecimento precoce de pele: o fotoenvelhecimento.

O uso de cosméticos que possuem ativos rejuvenescedores também auxilia na proteção da pele, ajudando no retardo do processo.

Quando falamos dos fatores extrínsecos, os tratamentos estéticos podem retardar ou reverter os sinais do envelhecimento por um tempo, fazendo com que pequenos sinais como rugas e linhas de expressão fiquem menos visíveis e não apareçam de uma forma mais grave por um certo período.

Lembrando que os tratamentos estéticos auxiliam, mas não impedem que o processo de envelhecimento aconteça naturalmente.

Graus do envelhecimento tissular

Temos escalas de avaliações como de Glogau que avaliamos o envelhecimento da pele relacionado a idade, identificando fatores que podemos conseguir retardar ou reverter.

A avaliação é de grande importância, pois quanto mais cedo começarmos os tratamentos e os cuidados, mais fácil será dessa pele não apresentar tantos sinais do envelhecimento, que sabemos que irá acontecer naturalmente.

Tabela informativa sobre os graus do envelhecimento na Escala de Glogau

Quais tratamentos podem reverter esses sinais do envelhecimento?

Reverter o envelhecimento com os procedimentos estéticos é o nosso foco e objetivo. Alguns desses procedimentos são:

  • Peeling superficial
  • Microcorrentes
  • Eletrolifting
  • Laser
  • Luz Pulsada
  • Radiofrequência
  • Criofrequência
  • Plasma
  • Hifu: Ultrassom Microfocado.

Vamos conhecer um pouco sobre cada um deles?

Peeling superficial

O Peeling superficial inclui peeling de diamante, peeling de cristal e peeling ultrassônico. É um procedimento comum nas clínicas e é essencial, principalmente por realizar esfoliação a pele e retirada de camada córnea. Esta é a camada mais sutil que temos, e influencia na questão de retardar ou reverter os sinais do envelhecimento.

Como efeito fisiológico do peeling temos:

  • hiperplasia de queratinócito, que são células componentes da pele protetora;
  • aceleração de renovação celular, fazendo com que a aparência da pele fique mais delicada, com menos sinais;
  • diminuição de melanina depositada.

O peeling também leva ao aumento da irrigação sanguínea, levando mais oxigênio (O²) ao tecido, e retirando mais gás carbônico (CO²). Consequentemente, o tecido ficará mais nutrido, com melhor aspecto e aumento de produção das fibras de colágeno.

O tratamento pode ser realizado 1x semana ou a cada 10 dias e pode ser associado com ativos específicos como máscaras rejuvenescedoras, clareadoras ou vitamina C. Percebemos como algo simples, mas que faz com que a pele já responda ao tratamento.

Microcorrentes e Eletrolifting

Essas duas tecnologias funcionam através de correntes galvânicas, que levam à eletrotônus e à vasodilatação com duas polaridades: positivo e negativo.

A corrente contínua gerada vai de um polo a outro, interligando a energia conduzida pela própria pele e isso faz com que tenha os estímulos dos tônus musculares.

No rosto podemos ter até pequenas contrações musculares, levando à tonificação muscular e da própria derme.

No caso de Eletrolifting, temos o processo de hidratação, nutrição e revitalização.  

Há a opção de tratamento com agulha, com pontos que penetrem a epiderme, realizando estímulos rejuvenescedores e até mesmo possível escarificação, do tipo ranhuras nas linhas de expressão e rugas mais profundas.

A região fica mais sensível, vermelha, com edema e sensação de dormência. Essa passagem de corrente elétrica faz com que o tecido responda com efeito firmante, como se tivesse uma certa proteção.

A microcorrente ou eletrolifting não é tão comum em clínicas que possuem eletroterapia avançada, mas possui muita história quando uma clínica se inicia, pois pode ser coadjuvada com outros tipos de tratamentos.

Laser e Luz Pulsada

São tecnologias que possuem a luz como estímulo, mas com formas diferentes de emissão: o laser tende a ser mais potente por ser uma onda de luz coerente e colimada.

Já a luz pulsada possui filtros específicos e possui luz de forma não colimada e não coerente, possuindo maior expansão da luz, diminuindo sua potência.

A luz, quando utilizada para tratamento, baseia-se na absorção pelos cromóforos, sendo eles: melanina, hemoglobina e a água.

Quando utilizamos de luz, precisamos desse cromóforo para “sugar” essa luz, absorvendo energia para que internamente aconteça uma ação no tecido de forma fisiológica.

No caso do laser ou da luz pulsada, o estímulo de colágeno e rejuvenescimento é feito através do estímulo no cromóforo hemoglobina, geralmente em torno de 610nm.

Os pequenos vasos capilares, que estão superficialmente localizados na pele, absorvem a luz emitida, transformando-a em energia e, consequentemente, em calor.

Este calor, na camada da derme, promove pequenas desnaturações do colágeno, levando à desnaturação e resposta inflamatória controlada, incentivando a produção de novas fibras de colágeno a serem depositados na mesma região.

Radiofrequência e Criofrequência

Quando falamos na tecnologia de Radiofrequência, o efeito esperado ocorre através do calor gerado no tecido através da vibração da molécula de água. A corrente eletromagnética da Radiofrequência necessita de polaridade positiva e negativa para gerar energia.

Internamente ao tecido, essa energia é transmitida através da interação de íons durante o processo de troca iônica da molécula de água. As moléculas se agitam de forma natural pela necessidade de se unirem novamente, gerando calor interno.

Esse calor produz efeitos significativos no tecido devido à desnaturação do colágeno, com resposta de imediato de lifting e tardia de neocolagênese,

A Radiofrequência também pode ter efeitos significativos em maiores profundidades, produzindo efeitos sobre o tecido adiposo.

A Criofrequência atua como a Radiofrequência, só que com um benefício a mais: por ter a ponteira ultracongelada durante a aplicação, realiza um choque térmico ao promover o encontro da temperatura positiva interna no tecido com a temperatura negativa na superfície de aplicação.

Esse choque térmico potencializa todos os efeitos da Radiofrequência e também traz inúmeros outros benefícios.

Plasma – Raytrace

Diariamente há a produção de radicais livres em nosso tecido. Fisiologicamente, esse processo não é definido como ruim, pois é através das trocas iônicas positivas e negativas entre as células que ocorrem efeitos metabólicos.

O malefício vem quando esses radicais livres ficam “perdidos” no tecido, sem se balancear, e se acumulam, podendo transparecer características anormais no tecido como olheiras, pele cansada e linhas de expressão.

No tratamento com o Raytrace, ocorre a sublimação do tecido utilizando energia através da troca iônica no tecido.

O plasma faz com que o íon livre se una à outro íon livre, estabilizando-se internamente e promovendo o efeito de lesão externa controlada, diferentemente de corte.

Essa lesão caracteriza-se como uma lesão seca, não purulenta e sem cheiro, a qual é denominada como sublimação.

Internamente ao tecido, o plasma é capaz de modificar as células devido à estabilização do radical livre, com recuperação de pele mais rápida, além de fazer com que ela se torne mais tonificada.

Hifu

O Ultrassom Microfocado – HIFU trabalha com pontos de emissão de ultrassom focado de alta intensidade, que causa coagulação e desnaturação no ponto específico da lesão.

O aumento da temperatura no ponto de lesão é o responsável pelos efeitos e pode variar entre 70°C a 80°C, de acordo com alguns artigos, sendo que esse calor não causa dano em nenhum outro tecido adjacente.

Os pequenos pontos causam processo inflamatório controlado, ocasionando estímulos de fibroblastos e neocolagênese. Os resultados são mais profundos e podem ser notados a partir de 30 dias, com uma pele mais firme.

Seu diferencial em protocolos faciais é trabalhar a nível do SMAS (Sistema Músculo Aponeurótico Superficial), que é uma membrana que contém acima do músculo facial e abaixo da tela subcutânea.

Essa membrana é muito importante para a sustentação facial, e somente a terapia com Hifu consegue tratá-la de forma que outras eletroterapias não conseguem!

Viu só as várias opções que existem em tecnologias modernas para tratamentos estéticos? Muitas delas temos disponíveis aqui na Contourline! Entre em contato com uma de nossas consultoras e saiba a que melhor atenderá seus clientes.

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